aβsynto Vocέ: taras

 

"Há quem diga que todas as noites são de sonhos.Há também quem garanta que nem todas, só as de verão.Isto não tem muita importância. O que interessa mesmo são os sonhos..."

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segunda-feira

Mulher gosta de tapa na Hora H?


Nas minhas andanças pela blogosfera achei um post muito interessante blog ΨolhosPensantes


que tem uma sacada legal sobre a questão do "tapinha" na hora do sexo. Vou postar um resumo do artigo caso queira se aprofundar, clica ns liks abaixo. Ah, o texto foi criado pela turma do Papo de Homem, site legal pra kct! Passa lá, o link tá no final também. Agora vamos lá:

MULHER GOSTA DE TAPA NA CARA NA HORA H?!!
(...)
Tapa como xingamento
Antes de partirmos para o tapa, vamos olhar para um ato mais comum durante o sexo: o xingamento. Qualquer um aqui já falou “Sua puta!” ou uma outra exclamação bem diferente: “Minha putinha”. E todos já devem ter ouvido “Mete forte” e “Me bate”. Nesses momentos, se você bateu apenas na bunda, deixou de levar a fantasia ao limite.

A mulher não se identifica com a bunda tanto quanto se identifica com o próprio rosto. Ora, nós todos temos a sensação de estarmos atrás de nossos olhos, dentro da cabeça, não em qualquer outro lugar do corpo. Se ela diz “Me bate”, se você realmente quer bater nela, é mão na cara, sem piedade.
“Na vida erótica, funciona uma espécie de proporção: para desejar sexualmente, é como se precisássemos, ao menos por um momento, despojar o outro de sua dignidade subjetiva, considerá-lo apenas como corpo. É por isso que, para alguns, é impossível desejar e amar o mesmo outro. É por isso que a maioria, na hora do sexo, não sussurra palavras de carinho, mas solta “injúrias” que rebaixam a parceira ou o parceiro, ou seja, que o transformam em carne entregue ao desejo. Nada de “meu anjo”. Na cama, é “puta”.” –Contardo Calligaris

Quem concorda com o Contardo, é sua ex-mulher, Eliana Calligaris, autora de Prostituição: o eterno feminino, no qual afirma que a fantasia da puta é essencial para que ocorra o gozo feminino:
“Eu uso a puta como uma metáfora, como a mulher que tem disponibilidade de se entregar sem regras, sem condições, simplesmente se oferece. Na imaginação feminina, ela é a mulher que tem acesso a todos os homens e dispõe do próprio corpo com total liberdade.”

Quer ler o post completo clica aqui!

Quer conhecer o site Papo de Homem, autores do texto clica aqui!

Cicatriz

Quem disse que mudei? Não importa que a tenham demolido. A gente continua morando na velha casa em que nasceu.

   Mário Quintana [pensador] www.pensador.info

 
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